quarta-feira, 29 de junho de 2016


O livrinho Doce na boca, mas amargo no estômago.




Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Há varias interpretações a respeito de Apocalipse 8:10, mas meditando bastante, raciocinando, sem falsa modéstia a que mais se aproxima do teor que o anjo de Deus quis nos revelar é a que aqui proponho:

“A voz que ouvi, vinda do céu, estava de novo falando comigo e dizendo: Vai e toma o livro que se acha aberto na mão do anjo em pé sobre o mar e sobre a terra. Fui, pois, ao anjo, dizendo-lhe que me desse o livrinho. Ele, então, me falou: Toma-o e devora-o; certamente ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel. Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo”.   Apocalipse, 10. 8 a 10.

Depois de muito pensar, meditar e raciocinar, concluí sobre a seguinte interpretação:

Na Parábola do Samaritano (Lucas 10:3) Jesus nos revela que um rabino a caminho do templo, -- deveria ser num sábado --, por certo em sua montaria, viu um homem, em meio às pedras, que havia sido bastante ferido por salteadores, e distante do povoado. Mas o rabino judeu, que provavelmente iria pregar no templo, preferiu essa parte confortável, DOCE, que a principal: socorrer o ferido, opção desconfortável, AMARGA, mas plenamente mais produtiva na busca a Eternidade, o que mais nos interessa!

Um outro judeu que também se dirigia ao templo, agiu da mesma forma, desviando-se do desconforto de uma necessária ação de caridade (lembremo-nos de que em Mateus 25:31 a 44, Jesus nos revela a Salvação pela caridade e a condenação pela falta dela).

Mas o verdadeiro cristianismo, ironicamente se manisfestou através de um homem considerado pagão. Ele viu o homem ensaguentado (parte amarga), interrompeu sua missão, colocou o pobre homem em sua montaria, levou-o ao povoado, pagou as despesas médicas e ainda se comprometeu a pagar eventuais despesas não calculadas quando voltasse de sua viagem.  

Sem estar escrito, Jesus elegeu o pagão muito mais cristãos que os dois que se recusaram a socorrer o ferido. 

Ser cristão sob o teto do templo, onde a corrente cristã é favorável, o visual é belo, onde cantamos músicas de louvor, ouvimos os corais cantarem belas melodias; onde glorificamos ao Senhor com os braços levantados; onde nos confraternizamos com os irmãos num dia de descanso, ouvimos o pastor do dia nos repassar as mensagens de Deus, principalmente do Evangelho, muitas delas falando de Vitória e algumas delas se referindo ao valor do amor, e algumas até do valor do amor de caridade, tudo isso é doce, pois difícil e amargo é exatamente colocar em prática, lá fora, em casa, na rua e em todo lugar e hora, no dia a dia, na noite a noite, o que se aprendeu na escola bíblica no conforto do templo, pela pregação do pastor ou pela leitura de textos bíblicos. 


Por isso mesmo Jesus nos alertou para a vivência amarga de seus preceitos aos quais chamou de a Estrada Estreita e o Caminho Apertado, o tomar de nossa cruz e segui-lo, cargas AMARGAS, mas é a única opção que nos levaM à salvação.  


A Obediência a Deus na guarda de seus 10 Mandamentos não é nada doce por conta das dificuldades que o mundo nos impõem:


Jesus foi bem claro a respeito do amargor ao qual nos deparamos quando pretendemos viver, de fato e de direito, o Evangelho, que exalta o valor do sofrimento como parte intrínseca da Salvação na Eternidade. Vamos ver alguns?

Jesus foi muito claro a respeito da necessidade da aceitação de determinadas tribulações que fazem parte necessária do caminho que leva à salvação, A PARTE AMARGA, e essa parte, na ampla maioria das vezes, é ignorada pelos pastores evangélicos na ampla maioria, pois o que mais fazem é pregar a Vitória, mormente a vitória material, pois pregam o que o povo gosta de ouvir, o que provoca murmúrios de aprovação e aplausos pelos fiéis. Assim como nas redes de TV, os pastores pregam o que o povo gosta de ouvir, se esquecendo da parte amarga, mas necessária para a salvação.

O próprio Filho de Deus teve de viver PARTE MUITO AMARGA para a redenção da Humanidade, e mesmo estando colocado na Terra menos que os anjos de Deus foi bem difícil e amargo para ele, pois até apavorou-se mediante o amargor que o aguardava no dia seguinte:




Ao ensinar como se salvar na Eternidade, ao ser perguntado sobre isso, Jesus revelou a um Jovem muito Rico que havia DUAS  condições sinequanon para isso: A Obediência a Deus Pai na guarda do Decálogo e a CARIDADE do amor ao semelhante, que no caso teria de ser forte e abrangente, exatamente pelo tamanho da fortuna pessoal do Jovem Rico e depois ainda completou "Tome a tua cruz e me siga":

    http://oexemplodojovemrico.blogspot.com.br/ 

Nos meus blogs abaixo há detalhes mais que suficientes para entender porque a salvação na Eternidade exige sacrifícios, amargores.


Os preceitos abaixo, nos revelados por Jesus que fazem parte da Salvação, alguns são amargos quando colocados em prática:

    Não ameis somente aos que vos são caros, mas também aos que vos perseguem, aos que vos odeiam... .

     Amai ao próximo como a ti mesmo...

       Perdoai, setenta vezes sete... ou seja: sempre...

       Quando tirarem a vossa túnica, entregueis também a vossa capa...

      Quando vos obrigarem a andar boa distância, andeis o dobro...

     Quando vos esbofetearem na face esquerda, ofereçais, também, a direita...

      Perdoai e tolerai-vos uns aos outros.
  
       Bem-aventurados os mansos, os misericordiosos, os pacíficos...

       A estrada que conduz ao céu é estreita e cheia de obstáculos...

          Ide, pregai o Evangelho a toda criatura..

Tome a tua cruz e me siga

     Se tiverdes riquezas reparti com os que mais necessitam (este é preceito de difícil cumprimento, em decorrência do apego do homem à riqueza pessoal, mas sem essa condição sinequanon (bem amarga para os abastados), não há salvação.  Jesus, em Marcos 10:21.

A  Porta Estreita, o Caminho Apertado e a cruz significam sacrifícios.  Amargores. 

Para salvar-se, e aos seus, o cristão deve viver, constantemente, o sacrifício. Viver o sacrifício não significa agredir o corpo com qualquer tipo de tortura física auto-imposta, sejam flagelos ou subir escadarias do templo sangrando os joelhos. Esse tipo de procedimentos amargos de nada vale, pois a auto-flagelação não é cristianismo bíblico.  Mas a pobreza e a vivência do real sentimento cristão já é um grande sacrifício (amargores), pois o cristão deve viver mais em virtude da espiritualidade do que pelas coisas materiais.  A abstinência de alguns prazeres mundanos, o jejum de vez em quando, e até o recolhimento constante do dízimo já representam sacrifícios
 (amargores). 

Carregar a cruz (amargores) é, também, dominar os instintos animais que o ser humano tem, principalmente os homens.

Na prática, já é um sacrifício guardar a Lei de Deus, pois, por ela, deve-se amar a Deus sob todas as coisa e servir o próximo  e isso, se traz alegria, não deixa de ser, também,  um sacrifício, um amargor.  Até a Santificação do Sábado que Deus instituiu para guarda e louvor já se apresenta como um sacrifício depois que o papado romano de Satanás, nas épocas malditas da Igreja, trocou os Santos e benditos sábados de Deus pelo domingo que não tem consistência do Evangelho.  Ver meu blog a respeito desse assunto:



Se a Porta Estreita e o Caminho Apertado significam sacrifícios para merecer a felicidade permanente, a estrada larga, espaçosa e enfeitada, deixa viver todas as possíveis alegrias do mundo, num curto espaço de tempo, mas poderá acarretar maldições no Grande Dia da volta de Jesus.

 A Porta Estreita da difícil caminhada  significa a fuga da licenciosidade, do prazer insensato os quais têm de sobra na estrada espaçosa e festiva de Satanás. Por isso, aquele que deseja o céu de Deus como prêmio deve policiar-se com base no cristianismo, no Evangelho. E isso requer abstinências e sacrifícios (amargores).

O governador da estrada da alegria doce, do deslumbramento, mas da falsa felicidade, é  Satanás, que bem sabe como enfeitar a sua estrada larga, festiva e espaçosa.   Por isso, é difícil trilhar a estrada de Jesus porque é muito estreita, cheia de obstáculos dos mais diversos e, então, requer atenção permanente para não se desviar dela, para não se fascinar com o canto das sereias que, conforme a lenda, continha um chamado deslumbrante, entretanto, trazia a morte àqueles que não resistiam ao chamado de seus cantos hipnóticos.  Meu blog a respeito:


“Não ameis o mundo,  nem as coisas do mundo”.    Preceitos do Senhor,  em 1 João  :15.

Por isso mesmo Jesus advertiu para a gravidade do fato de o homem clamar: Senhor! Senhor! Mas não transformar essa glorificação nos atos de dia a dia, vivendo e aceitando a Estrada Estreita de Jesus, o tomar de sua cruz, nos quais a primeira condição é a de servir aos semelhantes, pois é a única maneira de mostrar o amor ao Senhor. Não há outra maneira.  Não há como amar ao Senhor sem primeiro demonstrar e provar a servidão cristã.

Por isso tudo, ser cristão morno, “de boca”, é muito fácil e cômodo, portanto, doce, mas no momento em que é necessário provar a servidão cristã que prima pelo amor de servidão, de caridade de vários tipos e formas, para muitos, para a maioria, é uma tarefa amarga, pois requer sacrifícios pessoais.

Os do livrinho doce afirmam que na lei da graça de Jesus não há campo para leis, pois só existe espaço para a Graça, que nem sabem explicar a contento o que é a religião da graça. Ora, essa é a coisa mais ridícula que alguém pode pensar, pois nada funciona sem leis. Até mesmo o primeiro homem e mulher deveriam obedecer somente a uma lei para viverem eternamente numa terra de sonhos, mas adivinhem o que aconteceu.


Vamos ver, então, se não havia leis na religião da graça e da liberdade?   

“Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência”.  Efésios, 5.6.

Desobedecer a que? Para se desobedecer a algo, tem de haver proibições, mandamentos, leis, mesmo porque NADA funciona sem leis. Até a Natureza tem leis. Ora, então com ficam os tolos que julgam que Jesus pregou as leis na cruz para validar apenas a religião da graça? Em Efésios, 5.6, está claro que também na Igreja primitiva de Paulo os cristãos teriam de ser obedientes às leis de Deus, do contrário, a ira de Deus certamente viria sobre eles no dia da Consumação dos Séculos.

“...até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo aos apóstolos que escolhera, foi elevado às alturas”.  Atos, 1.2. Mandamentos são leis, portanto, a tese da religião da liberdade e da graça sem mandamentos caem por terra!

Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”.  Jesus, em Mateus, 28.18.   Ordens são Mandamentos!

Guardar conscientemente as leis de Deus exige sacrifícios. Amargores.

 “Nós vos ordenamos, irmãos, em o Nome de Jesus Cristo”. Paulo em II Tessalonicenses, 3.6.  Ordens são Mandamentos!

“Porém, confesso-te segundo o Caminho, ao  qual chamam de seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a Lei nos Escritos dos Profetas, tendo esperança em Deus”.  Atos dos Apóstolos, 24.14. 

Por esses versículos, Paulo, o santo apóstolo de Deus, seguindo a mesma orientação de Jesus, em Mateus, 5.17, realça e ressalta o cumprimento da Lei dos Profetas, ou seja: Os Dez Mandamentos.  Portanto, nada pode sobrepor-se à Lei. De outra forma estaremos desmerecendo o Evangelho e o próprio Jesus, com veremos abaixo.

Os que santificam os sábados de Deus, como ele pediu, ingressam na dificuldade de remar contra a correnteza forte do tal domingo, mesmo que não exista no Evangelho, e isso representa sacrifícios, amargores.

Quanto aos Dez Mandamentos que os fariseus se opõem a eles, apenas por causa do Quarto Mandamento, o do santo e solene sábado (denominado assim pelo Senhor), vamos ver o que Jesus revelou a todos os homens e mulheres, também a você:

No seu primeiro recado ao mundo, no chamado Sermão do Monte, foi logo avisando a todos daquela época e de hoje:

“Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Passarão os Céus e a Terra antes que se consiga retirar um só til das leis.  (então de Jesus não os revogou e todos os 10 estão valendo).

“Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra”. Jesus, em Mateus 5:17.

Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus.

Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus”. Jesus, em Mateus, 5.17 a 20. 

Jesus calou a boca de todos os fariseus que alegavam e ainda alegam que o Decálogo foi extinto no Evangelho, convenientemente atribuindo a abominação das leis antigas judias por Paulo, tais como as da circuncisão, dos sacrifícios de animais, as da segregação racial e outras como se ele, o maior dos discípulos de Jesus, estivesse abominando as Dez Leis legitimadas por seu amado Mestre. Tem cabimento uma tolice dessas?

A Palavra de Deus jamais pode ser adaptada à modernidade, mas, sim, o contrário, em qualquer hipótese ou em qualquer situação, mesmo que a Terra perdure por mais um bilhão de anos.

Jesus, legitimando o Decálogo de Deus Pai, e se submetendo a ele:

 “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor. Assim como também eu tenho guardado os Mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço”.  Jesus, legitimando, mais uma vez, os Dez Mandamentos de Deus, em João, 15.10.


Cadê, então a religião sem leis?

“Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigoo qual, desde o princípio, tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes”.  E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos.    Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a Verdade.     1 João 2:3 - 4

Justamente para nos exortar à obediência irrestrita  aos Mandamentos de Deus Pai,  Jesus santificava os sábados,assim como guardava TODOS os demais Mandamentos.:

Voltando a Nazaré, onde fora criado, Jesus entrou, num sábado, na sinagoga, como era seu costume...  Lucas, 4.16

Abaixo, veremos os apóstolos de Jesus, no caso Paulo. décadas apos a Ressurreição imitando-o na guarda e santificação dos sábados, antes e depois da Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor, na Igreja de Deus, sem teto e sem paredes:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, foi realizada ao ar livre.

 Tratou-se de um culto cristão sem teto, nem paredes, que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado, pois jamais caberiam num templo  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável



http://porqueosabadofazpartedasalvacao.blogspot.com.br/

“Que lhe disse, porém, a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos diante de Baal.  Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça”.  Romanos, 2.12.

Esse sete mil homens optaram por obedecer fielmente ao Senhor, mesmo com todas as dificuldades lhes impostas, devorando o livro amargo como fel, mas que hoje se encontram dormindo, como todos os homens e mulheres mortos, aguardando o Dia do Julgamento Final, em que adentrarão pelo Reino de Deus, eternamente.


Hoje, o livro mais amargo é a prática de obedecer ao Senhor santificando aos seus sábados santos que, infelizmente, o homem do mundo lançou ao lixo, completando-se a profecia do Apocalipse, na qual o Evangelho afirma:

“O dragão irou-se com a mulher (a Igreja de Deus) e foi fazer guerra aos outros seus filhos que guardam os Mandamentos de Deus e retêm o testemunho de Cristo”. Apocalipse 12.17.

 Nas profecias do Apocalipse está claro que Satanás venceria os santos, em sua maioria:

Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los. Apocalipse, 13.7.

"...Nós detemos nesta terra o lugar de Deus Todo-Poderoso..."  O Papa Leão XIII, em Praeclara Gratulationis Publicae. A Reunião da Cristandade. Encíclica promulgada em 20 de Junho de 1894.    

Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366. 

 “A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962. 

 “É melhor buscar refúgio no Senhor, que confiar nos homens”. Salmos 118:8.

Sempre alego o seguinte: Se Jesus legitimou TODAS as Dez Leis, e ainda agravou, mais ainda, algumas dessas leis, como vemos nos versos seguintes a Mateus, 5.17, para a derrocada do santo e solene sábado, e mesmo dos outros mandamentos, isso teria de estar absolutamente escrito e bem claro e compreensível, mostrando e explicando que Jesus, já no Céu, mudou de idéia e de rumo. Pode?

Então, ser cristão do oba! oba! Senhor! Senhor!  É bem doce.

Mas ser cristão verdadeiro que vive o cristianismo real fora do templo, parte difícil é amarga, mas é a única condição para a Salvação na Eternidade de Deus!

Hoje, para se obedecer ao Senhor na guarda do Quarto Mandamento, o do sábado, pelas dificuldades que o mundo impôs por conta do papado romano que inventou o domingo pelo Concilio de Laodiceia, em 364, pelas dificuldades de observação e uma missão amarga.

Abaixo um exemplo de Jesus na prática de um cristianismo de mentira, a parte DOCE pois faltou a parte AMARGA.

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou. Êxodo 20:8-11

“Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus”.      Jesus, em Mateus 5:18-19, promulgando novamente o Decálogo de Deus também no Evangelho.

“E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos”. Êxodo 20:6


Muitos me dirão naquele dia: Senhor! Senhor! não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?       E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.   Mateus 7:22,23

Waldecy Antonio Simões.  walasi@uol.com.br

Livre para publicações, desde que os textos não sejam alterados.   Meus blogs:














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 Waldecy Antonio Simões. walasi@uol.com.br

Todos os meus textos são livres para publicações, desde que os textos não sejam alterados

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 “Então, no Reino do Pai, os justos resplandecerão como o Sol”.  Promessa de Jesus, em Mateus, 13.43